O Polo Tecnológico Agroalimentar faz parte da rede tecnológica do Estado de Alagoas e da Estrutura de atividades de ensino, pesquisa e extensão da Uneal. O polo apoia ao setor produtivo da agricultura familiar e da agropecuária. Como um modelo avançado de negócios, o Parque Tecnológico de Alagoas se propõe como um importante instrumento para a consolidação da área de Ciência, Tecnologia e Inovação no Estado. Podendo ter um protagonismo como o centro de convergência entre poder público, comunidade acadêmica e setor produtivo. Dessa forma, se trona um espaço acadêmico para a realização de pesquisas voltado para a área do solo, de água, de plantas e o manejo das atividades agrícolas oriundas do uso do solo.
Missão
O Polo Tecnológico Agroalimentar de Arapiraca busca apoiar empresas inovadoras em Alagoas, bem como fomentar aquelas que já atuam no Estado, descentralizando serviços e otimizando recursos, pesquisas e investimentos.
Objetivos
Incentivar a transformação de conhecimento em valor econômico e social, induzindo a inovação e entendendo esta como resultado natural da apropriação dos conhecimentos e tecnologias pela sociedade;
Promover o empreendedorismo e a inovação, fomentando ou incubando empresas de base tecnológica, criando empregos e gerando negócios, orientando o setor de tecnologia instalado no Estado de forma a atender às demandas da sociedade;
Agregar e consolidar as competências científicas e tecnológicas presentes no Estado de forma a criar a massa crítica necessária para suprir às demandas da sociedade e do mercado.
Facilitar e incentivar o diálogo entre os diversos atores que compõem o panorama de Ciência, Tecnologia e Inovação de Alagoas, no viés agroalimentar.
Conciliando as demandas da academia, indústria, governo e sociedade, e auxiliá-los na definição de um norte comum.
Pilares das ações:
a) Suporte para o fortalecimento de políticas públicas, que possibilitem prospectar o eixo agroalimentar.
b) Incentivo para a geração de conhecimento técnico-científico potencializando a cadeia produtiva agroalimentar no estado de Alagoas.
c) Viabilização do uso de componentes da biodiversidade agroalimentar que são destaques na região, e para os com potenciais de prospecção.
d) Integração dos eixos de pesquisa, ciência, tecnologia e inovação sobre produtos e áreas da dinâmica agroalimentar.
e) Desenvolvimento de produtos, processos e serviços que resultem na diversificação, agregação de valor e especialização de produtos agroalimentares, para a inclusão produtiva e o fortalecimento da competitividade brasileira;
f) Promoção da integração dos conceitos, programas e resultados de pesquisa e inovação sobre alimentação, nutrição e produtos agroalimentares e a adaptação de tecnologias às demandas dos territórios brasileiros;
g) Estruturação de sistemas de monitoramento territorial sobre alimentação, nutrição e produtos agroalimentares de forma a detectar, identificar e qualificar informações como instrumentos complementares de pesquisa, desenvolvimento e inovação;
h) Sustentação da geração e a adaptação inovadora de tecnologias, processos e serviços adequados ao desenvolvimento territorial e local.



